sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Pega Mal Ser da Chapa 1?
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O Autoritarismo da Comissão Eleitoral das Eleições do D.A de Direito
domingo, 22 de novembro de 2009
MEL Chuta Esquerdopatas Para Fora do DCE da UFRGS
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Exclusivo Blog Direita da UCS – "Proposta Oficial" de 8,8% de Aumento era um Engodo
Ontem o DCE realizou o já tradicional ato contra o aumento de mensalidades. O episódio merece algum comentário, apesar dos relatos dando conta de que houve baixa participação dos alunos em apoio ao movimento. Esse ano, ao menos, o DCE não se aventurou a invadir as salas ou permitir que baderneiros ofendessem os alunos do alto de carros de som. A baixa participação dos alunos demonstra que o DCE em Movimentação esta mais parado que nunca e não motiva mais ninguém a participar de suas já poucas atividades. Se ano passado houve adesão ao movimento ela parece mais estimulada pela baderna generalizada promovida do que pela motivação plantada na mente dos alunos por aqueles que deveriam os representar.
Hoje a tarde a UCS definiu o aumento das mensalidades em 6,8%. Não era surpresa pra ninguém, nem para o próprio DCE, de que haveria um aumento. Há uma mentira estrutural na base dessa palhaçada promovida pelo DCE. Nunca houve uma proposta oficial da UCS de aumento de 8,8% nas mensalidades. O que houve, e o editor desta página conseguiu na lista de e-mails do DCE, foi uma reunião do Conselho Universitário, com a presença de integrantes do DCE, onde foi colocado para a entidade que haveria um aumento nas mensalidades e que mercadologicamente esse aumento poderia variar de 5,7% a 8,8%. O DCE, ignorando propositalmente qualquer outro número pegou o índice de reajuste mais alto e o divulgou como se fosse o índice de aumento proposto pela UCS. Vamos aos trechos do e-mail que entregam essa manipulação barata e que vão em sua versão original, com o português mais barato ainda. Trechos do e-mail em itálico, intervenções minhas em negrito:
Colegas
Nesta sexta-feira ocorreu uma reunião do DCE com o reitor Izidoro Zorzi e com o Pró-reitor Administrativo Chissini. Essareun ião foi convocada por eles na quinta-feira (um dia antes) e o assunto era aumento das mensalidades. Na reunião os representantes da UCS colocaram a situação financeira da UCS, que na opinião deles tá muito ruim, por causa da diminuição das receitas acadêmicas (mensalidades).
Assim a reitoria apresentou estudos que apontam que as mensalidades devem ser aumentadas entre 5,74% e 8,8%. E disseram que defenderam o valor de 7% no Conselho Universitário (Consuni) e Conselho Diretor.
Até aqui tudo normal. agora notem como segue o próximo parágrafo onde só é informado a hipótese de aumento máximo como proposta da Universidade.
Achamos o índice proposto, 8,8%, abusivo, de forma a prejudicar mais ainda a situação da universidade, pois fará com que os/as estudantes da UCS deixem de se matricular, contratem menos disciplinas, e até cancelem disciplinas ao longo do semestre.
Voltei
Claro. Há uma clara manobra política ai. Sabendo da possibilidade de não haver um aumento de 8,8% o DCE poderia então assumir a sua responsabilidade como vitorioso em caso de qualquer “queda” no índice jamais proposto. E isso que esta acontecendo agora. O DCE certamente se proclamará responsável pelo aumento de 6,8% e ainda poderá alegar que propôs somente o índice ajustado de acordo com a inflação. Trata-se evidentemente de uma jogada política astuta que, no entanto, parece não colar mais nos alunos da universidade, cada vez mais distantes do completo ridículo que se tornou o DCE.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
De Novo o Aumento de Mensalidades
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Qual será o Discurso da Oposição?
Os joguetes e as inclinações rasteiramente políticas foram eliminados do cronograma de atividades. Nas horas complementares aquilo que havia sido prometida foi de fato efetuado. Horas complementares acessíveis e de qualidade, respeitando as mais variadas formas de pensamento. No primeiro semestre 3 aulas inaugurais para os três períodos e a maior semana acadêmica da história do curso com 11 palestras divididas também nos três períodos de aula. Pela primeira vez alunos da manha, do vespertino e da noite são contemplados da mesma maneira. Além disso atividades de integração como a festa do Direito realizado na Voice e também o trote dos calouros. No segundo semestre mais três aulas inaugurais, também para os três períodos do curso e também o maior e mais bem divulgado congresso de direito da história recente do curso.
Palestrantes de nível nacional foram recebidos nas dependências do Bloco M para cerca de 200 inscritos. 4 vezes o número de alunos da UCS inscritos para o ENED. Houve ampla divulgação das atividades em que o D.A participa como apoiador, como o Congresso de Direito Imobiliário e também divulgação de eventos promovidos pelo mestrado, antes renegados a condição de indigentes pelas gestões anteriores. Houve verdadeira parceria estabelecida entre o Diretório Acadêmico e o Centro de Ciências Jurídicas. As eleições do Diretório Acadêmico estão chegando. Com elas vem o dever do aluno de reiterar sua repugnância aqueles que querem tornar uma entidade novamente livre de politicagens em palco para suas conhecidas palhaçadas.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Entrevista na UCS TV
domingo, 27 de setembro de 2009
IX Congresso de Direito da UCS
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Artigo de Percival Puggina - Os Movimentos Sociais e a Violência
OS MOVIMENTOS SOCIAS E A VIOLÊNCIA
O MST promove invasões com a mesma tranquilidade com que o leitor vai ao banheiro do restaurante. A diferença é que literalmente destrói aquilo que invade e só sai quando lhe dá na veneta. Ordens judiciais são penduradas na “casinha”, para uso dos companheiros. Pois, numa dessas incontáveis operações de desocupação, um sem-terra acabou ferido mortalmente por tiro de espingarda. Tudo indica que a arma do crime estava em mãos de um policial militar.
Não deixa de me parecer curioso, numa operação desta natureza, que os da lei se defendam com balas de borracha. Em contrapartida, não são de borracha os facões e as foices dos fora da lei, nem suas lanças são apenas robustos cotonetes com ponta de algodão. Pelo que leio, contudo, a encrenca tem que ser resolvida assim mesmo, com inferioridade de material bélico, rigoroso cumprimento de preceitos que os malfeitores dispensam, e sabendo que publicidade do fato servirá ao MST porque a propaganda também é a alma do seu negócio.
Meses atrás, houve uma tentativa, frustrada, dentro do Ministério Público Estadual, no sentido de coibir as ações do MST. Nada mais prudente! Acolher tal iniciativa seria uma forma de evitar tais males, restabelecer o império da lei e firma o respeito à ordem pública, naturais ao Estado democrático de direito.
As mazelas sociais, em nações democráticas, se resolvem pela via política e não com organizações paramilitares atuando sob manto protetor de incompreensível tolerância. Se o leitor, em ato solitário,fizer o que o MST faz, arcará com as consquências. Mas se entrar para um movimento social poderá fazer o que quiser.
Na segunda-feira passada, o promotor que patrocinara a tese de que o Ministério Público Estadual deveria agir para dissolver o MST estava convidado a proferir a aula inaugural do turno da noite na Faculdade de Direito da UCS. Mas não conseguiu. De repente, em meio às chaminés, pátios de contêineres e arranha-céus da urbanizada e industrializada Caxias do Sul, um grupo de sem-terra emergiu na universidade para impedir a palestra sobre “Os movimentos sociais e a violência”. E, mais uma vez, a ordem pública e a liberdade dos demais foram afrontadas. A administração universitária, surpreendentemente, desautorizou a palestra horas antes de uma realização.
Pode ser, leitor, que não lhe pareça significativo este alerta sobre o conteúdo totalitário que transborda das ações do MST. Conteúdo que extravasa dele e daqueles que o conceberam, dirigem e defendem, com unhas e dentes, facões e foices alheios. No entanto, saiba: suas palavras e atos, ídolos e modelos, ódios e rancores coincidem com os dos maiores criminosos políticos dos últimos cem anos. Todos se diziam movidos pelas mesmas causas e em nome delas chegaram ao mesmo totalitarismo pelo qual se empenham as lideranças do MST. Trabalhar na terra, há muito, não é mais seu objetivos verdadeiros.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Nova Nota Sobre Protesto do MST e do DCE no Site de Políbio Braga
OPINIÃO DO LEITOR

